As chaves para diferenciar as hipoplasias do esmalte locais, sistêmicas e hereditárias

Por Administrador

Edição V16N01 | Ano 2019 | Editorial Biologia da Estética | Páginas 136 até 147

Alberto Consolaro

As hipoplasias do esmalte oferecem dificuldade no seu diagnóstico preciso, especialmente quanto à sua causa, prognóstico e tratamento. Hipoplasias do esmalte podem gerar muitas confusões no momento do diagnóstico quanto à sua origem, natureza e tratamento. Para fundamentar o diagnóstico preciso e diferencial entre as hipoplasias do esmalte, apresenta-se três raciocínios denominados de “chaves” para que o clínico possa segui-los, estabelecendo-se um prognóstico preciso em seus planejamentos terapêuticos: 1) se for uma hipoplasia do esmalte local, ela não é bilateral e se, por coincidência, for bilateral, ela não é simétrica; 2) se for uma hipoplasia do esmalte por causa sistêmica, ela é bilateral e simétrica, mas não afeta todos os dentes; e 3) se for uma hipoplasia do esmalte hereditária, que se chama “amelogênese imperfeita hereditária”, ela é bilateral, simétrica e afeta todos os dentes indistintamente.

Hipoplasia do esmalte, Dentes de Turner, Traumatismo dentário, Anomalias dentárias,

Consolaro A. The keys to differentiate local, systemic and hereditary enamel hypoplasias. J Clin Dent Res. 2019 Jan-Apr;16(1):136-47. DOI: https://doi.org/10.14436/2447-911x.16.1.136-147.bes