Longevidade das restaurações cerâmicas anteriores. Parte 2

Por Administrador

Edição V12N02 | Ano 2015 | Editorial Protocolo Clínico | Páginas 20 até 37

Rafael Calixto, Nelson Massing, Jorge Eustáquio

Nesta segunda parte do artigo, serão analisados alguns acompanhamentos de casos de laminados cerâmicos, fragmentos e algumas coroas, verificando-se clinicamente os fatores problemáticos encontrados após alguns anos de avaliação. É difícil estabelecer critérios concretos da durabilidade desse tipo de procedimento. Avaliações quanto à adaptação da peça, degradação marginal, cárie secundária e infiltração são altamente dependentes do material/técnica adesiva empregada pelo operador. Além disso, o tipo de cimento utilizado pode influenciar na estabilidade da cor. Instabilidades oclusais podem levar a fraturas/trincas precoces. Por fim, análises subjetivas, como a satisfação do paciente e/ou sua opinião quanto à percepção de problemas estéticos, tornam a avaliação da durabilidade/longevidade cada vez mais individualizada.

Calixto R, Massing N, Eustáquio J. Longevidade das restaurações cerâmicas anteriores. Parte 2. Rev Dental Press Estét. 2015 abr-jun;12(2):20-37.