Estabilidade de cor de resinas compostas no processo de manchamento e clareamento

Por Administrador

Edição V10N03 | Ano 2013 | Editorial Artigo Inédito | Páginas 54 até 62

Rafaela Normando Salvego, Rafaela Paiva Basso Dias, José Luiz Guimarães de Figueiredo

Introdução: a procura pelo aprimoramento da estética dentária tem impulsionado o aperfeiçoamento de materiais restauradores. Objetivo: abordar, por meio de uma pesquisa literária e laboratorial, a estabilidade de cor de resinas compostas micro-híbridas e nanoparticuladas, no processo de pigmentação e branqueamento. Métodos: foram confeccionados 80 espécimes, seguindo as dimensões 25 x 2 x 2mm (ISO 4049), de resinas compostas Opallis (FGM) e Filtek Z350XT (3M ESPE). A amostra foi dividida em quatro grupos, de mesma quantidade (n = 20). Com a espectrofotometria e o sistema CIELAB foi avaliada a estabilidade de cor durante o processo de pigmentação com café, além da capacidade do agente clareador Whiteness HP Maxx (FGM). Resultados: ambas as resinas sofreram alterações com café, sendo que a de nanotecnologia obteve menores percentuais. O gel clareador foi capaz de reduzir a pigmentação obtida. Após duas semanas de pigmentação e posterior procedimento clareador, a resina Opallis apresentou menor retorno de cor (ΔE = 7,8) quando comparada com a Filtek Z350 XT (ΔE = 5,8). Conclusões: a resina composta Filtek Z350 XT apresentou menor alteração de cor em função do tempo. A substância clareadora foi capaz de reduzir os níveis de alteração cromática.