Hipoplasia do esmalte: fundamentos para nomenclatura e identificação dos tipos e causas

Por Administrador

Edição V08N03 | Ano 2011 | Editorial Biologia da Estética | Páginas 126 até 134

Alberto Consolaro, Leda A, Francischone, Renata Bianco Consolaro

Quando as manchas e os defeitos no esmalte são nominados incorretamente, significa que as verdadeiras causas e mecanismos foram ignorados e uma abordagem terapêutica inadequada pode ser aplicada4. A formação do esmalte, ou amelogênese, é executada exclusivamente pelos ameloblastos, células altamente especializadas, que: produzem a matriz orgânica adamantina; mineralizam-o de uma forma muito específica, para resultar nos prismas; proporcionam uma estrutura altamente cristalina, ao reabsorverem as proteínas anteriormente incorporadas. A atividade do ameloblasto exige um grande refinamento metabólico, estrutural e organizacional, a ponto de ser considerado uma das células mais sensíveis frente aos agentes externos.