Previsibilidade com cerâmicas em dentes anteriores: IPS e.max Press e e.max Ceram

Por Administrador

Edição V08N01 | Ano 2011 | Editorial Caso Clínico | Páginas 76 até 88

Felipe Augusto Villa Verde, Yasmine Mendes Pupo, Carlos Kose, Giovana Mongruel Gomes, João Carlos Gomes

Desde o início da utilização das cerâmicas na Odontologia, essas têm recebido grande destaque porque dificilmente algum outro material consegue reproduzir com tanta naturalidade a estrutura dentária. Após o surgimento dos procedimentos adesivos e das cerâmicas metal-free, foi possível o restabelecimento estético de dentes anteriores com segurança e qualidade estética. O paciente apresentado no presente relato de caso, do sexo masculino, com 28 anos de idade, apresentou-se com os elementos 11 e 21 tratados endodonticamente, escurecidos, com presença de restaurações em resina composta e deficiência no contorno gengival. Para o tratamento, recomendou-se utilização de pinos em fibra de vidro e coroas metal-free. Para melhorar o contorno e nível gengival, foi realizada cirurgia plástica gengival nos elementos 11 e 21. A cerâmica de escolha para a confecção das coroas foi a reforçada por dissilicato de lítio IPS e.max Press e cerâmica de cobertura IPS e.max Ceram com cristais de nanofluorapatita. Após a confecção dos preparos, foi realizada a moldagem e confeccionadas as estruturas cerâmicas, estratificadas com a cerâmica de cobertura. Em seguida, realizou-se a prova das peças protéticas, ajuste com pontas abrasivas para cerâmica e cimentação com cimento resinoso químico. Com as coroas cimentadas, observou-se uma perfeita adaptação marginal e naturalidade com as estruturas dentárias naturais, garantindo o biomimetismo proposto pelas restaurações cerâmicas.