Avaliação da proporção áurea em pacientes submetidos ou não a tratamento ortodôntico

Por Administrador

Edição V07N01 | Ano 2010 | Editorial Artigo de Pesquisa | Páginas 72 até 80

Angélica Massumi Watanabe Marubayashi, Aline Yuka Shinike, Kelly Juliane Souza, Hélio Hissashi Terada, Eduardo Kurihara, Raquel Sano Suga Terada

O conhecimento dos princípios estéticos aplicados à Odontologia é fundamental para a avaliação e planejamento do tratamento do sorriso. Dentre esses, a proporção áurea pode ser empregada para analisar a proporção entre as larguras dos dentes anteriores. Nesse contexto, o objetivo principal deste estudo foi avaliar a prevalência com que a proporção áurea dentária se manifesta em estudantes de um curso de Odontologia de uma instituição pública, submetidos ou não a tratamento ortodôntico. Para tanto, foram selecionados aleatoriamente 30 sujeitos leucodermas que apresentavam sorriso harmonioso, do gênero feminino, com idades entre 18 e 25 anos, os quais foram divididos em dois grupos: Grupo 1 – indivíduos que utilizaram aparelho ortodôntico fixo e Grupo 2 – indivíduos que nunca haviam sido submetidos a tratamentos estéticos ou ortodônticos na região dos dentes anteriores. Modelos de gesso de cada sujeito da pesquisa foram confeccionados e posteriormente avaliados quanto à apresentação da proporção áurea, tanto pelo uso das grades de Levin quanto pela utilização da régua dourada. Os resultados obtidos revelaram que a utilização das grades de Levin é um método mais específico do que a régua dourada para determinar a proporção áurea. A prevalência de relações dentárias na proporção áurea em estudantes que fizeram uso de aparelho ortodôntico ou não foi semelhante para ambos os grupos, independentemente do método de avaliação.