Fotoativação de resina composta utilizando-se laser de argônio em diferentes comprimentos de onda

Por Administrador

Edição V05N01 | Ano 2008 | Editorial Artigo de Pesquisa | Páginas 89 até 98

Denis P, Jacomassi, Alessandra Nara De Souza Rastelli, Vanderlei Salvador Bagnato

Muitos fatores promovem influência no processo de fotoativação. Assim, o propósito deste estudo foi avaliar a interferência de diferentes comprimentos de onda e tempos de exposição na dureza, no grau de conversão e alteração de temperatura durante a fotoativação. A resina composta microhíbrida Filtek Z-250 (3M/ESPE) na cor A2 foi utilizada na confecção dos espécimes em matriz metálica (2mm de espessura e 5mm em diâmetro), sendo fotoativadas por laser de argônio (Coerente, Innova 200-20, EUA) em modo standard com intensidade constante por 15, 40 e 60 segundos de exposição para as medidas de dureza Vickers e alteração de temperatura. Para o teste de grau de conversão, os espécimes foram fotoativados durante 10 e 20 segundos. A análise dos valores médios para os diferentes testes foram realizadas pela Análise de Variância (ANOVA) e teste Tukey (p menor que 0,05). Foi observada diferença estatisticamente significante entre os diferentes comprimentos de onda utilizados. O comprimento de onda de 488nm promoveu os maiores valores de dureza e grau de conversão e a menor alteração de temperatura. O comprimento de onda de 488nm foi mais eficiente no processo de fotoativação.