Manchamento e clareamento de resina composta: análise espectrofotométrica

Por Administrador

Edição V04N04 | Ano 2007 | Editorial Artigo de Pesquisa | Páginas 85 até 91

José Luiz Guimarães De Figueiredo, Walter Leonardo Siqueira Zaia, Juliana Gondim Brandão Alves

Na odontologia os tratamentos estéticos tem sido de grande relevância nos últimos tempos, como recursos para suprir essas necessidades existem géis clareadores e materiais restauradores estéticos, dentre eles as resinas compostas. O objetivo desse trabalho foi avaliar in vitro a alteração de cor dos corpos-de-prova (Cps) confeccionados em resina composta, no manchamento com o café e no clareamento com o gel clareador peróxido de carbamida a 10%. Foram confeccionados 10 corpos-de-prova em forma de discos numa matriz de vidro perfurado, com medidas de 12mm de diâmetro e 3mm de espessura. Após a fotopolimerização desses Cps, o lado que ficou em contato com a placa de vidro foi denominado “Lado Liso”, o selecionado para leitura espectrofotométrica. Os Cps foram imersos no café durante 1 hora, 24 horas e sofreram posteriormente clareamento durante 8 horas e 10 dias com gel clareador peróxido de carbamida 10%. No final de cada etapa foi realizada a leitura espectrofotométrica. Todos os Cps produzidos em resina composta sofreram manchamento pelo café, contudo, após a ação do gel clareador estes apresentaram-se mais claros, removendo a pigmentação anterior.