Curtis Jansen

Por Administrador

Edição V07N01 | Ano 2013 | Editorial Entrevista | Páginas 8 até 17

Bradley C, Bockhorst

Sei que o senhor acabou de passar seis horas palestrando no encontro da Associação de Odontologia da Califórnia (California Dental Association, CDA), e agradeço-lhe por ter vindo aqui para estar conosco por este curto espaço de tempo. Durante sua apresentação no Encontro Anual da Academia de Osseointegração (Academy of Osseointegration, AO), em março de 2012, uma das coisas que o senhor discutiu foi o “dente do dinheiro”. Pode nos explicar um pouco mais sobre isso? Estou sempre tentando pensar em como motivar e educar os dentistas, e não há forma melhor do que falar sobre dinheiro. Bem, algumas pessoas têm ressalvas quanto ao conceito geral de escaneamento intrabucal ou do “spa odontológico“. E todos gostam de falar sobre os dentes anteriores, sobre como são bonitos e sobre como podemos atingir resultados estéticos. Mas o que impulsiona o trabalho dos profissionais, o que paga suas compras de imóveis e carros luxuosos, são as restaurações dentárias individuais. Se analisarmos esses valores mais detalhadamente, quando conversamos com os profissionais que estão trabalhando com implantes, vemos que esses dentes são, mais especificamente, os molares inferiores. Para muitos dos maiores cirurgiões-dentistas, a substituição de molares inferiores pode representar até 25% das vezes em que pegam em um instrumental ou instalam um implante. Para mim, se analiso meu trabalho em termos de coroas ou implantes unitários, percebo que são os primeiros molares inferiores e superiores. Estou, em geral, substituindo ou restaurando primeiros molares. Esse é o “dente do dinheiro” — e eu o amo!