Densitometria óssea em mandíbula de suínos submetidos a enxerto ósseo autógeno e homógeno

Por Administrador

Edição V03N01 | Ano 2009 | Editorial Artigo Inédito | Páginas 78 até 85

Alvimar Lima de CASTRO, Cleverson Luciano TRENTO

Defeitos ósseos extensos na região maxilofacial podem ser corrigidos com enxerto autógeno, no entanto desvantagens dessa modalidade terapêutica têm levado à busca de novos materiais para substituir esses enxertos. O objetivo deste estudo foi avaliar densitometricamente, em suínos, a incorporação do enxerto autógeno, homógeno congelado. Para isso, foram utilizados 9 suínos divididos em 4 grupos, com tempo de sacrifício de 7, 30, 60 e 90 dias, os animais foram acompanhados clinicamente e a incorporação dos enxertos foi analisada densitometricamente através do aparelho DPX Dexa da Lunar Radiation Corp®. Os resultados mostraram que o enxerto homógeno congelado foi menos reabsorvido que o autógeno, que estatisticamente comprovou existir diferenças significativas tanto entre os suínos em relação ao tempo de sacrifício quanto entre o tratamento autógeno, homógeno. Concluiu-se que o enxerto homógeno congelado pode ser utilizado como alternativa viável na substituição do osso de origem autógena.