Enxerto de tecido conjuntivo com objetivo estético em prótese fixa

Por Administrador

Edição V02N04 | Ano 2008 | Editorial Caso Selecionado | Páginas 59 até 67

Cléverson O, Silva, Bruno César de Vasconcelos Gurgel, Fernando Rodrigues Pinto

Uma vez que um dente é perdido, ocorre a reabsorção do osso alveolar que o envolvia, sendo, freqüentemente, acompanhada por retração dos tecidos moles. Com a progressão da perda óssea, os rebordos passam a se assemelhar à extremidade de uma faca e a papila e a forma festonada da gengiva marginal desaparecem. Seibert1 desenvolveu uma classificação para os defeitos de rebordo baseada no local que é acometido. De acordo com essa classificação, a Classe I seria a dos defeitos no sentido vestíbulo-lingual com altura normal do rebordo; na Classe II há um defeito ápico-coronal, porém com a largura do rebordo preservada, e na Classe III há o desenvolvimento de um defeito nos dois sentidos, vestíbulo-lingual e ápico-coronal.