APOIO INSTITUCIONAL

O destino dos dentes decíduos sem sucessores por anodontia parcial

Edição V18N3  |  Ano 2021  |  Categoria: Biologia da Estética  |  Página 46 até 55

Autores

Alberto CONSOLARO

Resumo

Introdução e objetivo: O melhor momento para se remover um dente decíduo sem o dente permanente sucessor é reproduzir a natureza e substituir o dente decíduo que seria esfoliado. Para isso, o diagnóstico da anodontia parcial foi estabelecido previamente, para se fechar o espaço ortodonticamente ou manter o espaço para a aplicação de um implante temporário e/ou permanente. Argumentos e discussão: A análise e a decisão devem ser individualizadas para cada caso clínico, de maneira transdisciplinar, em equipe formada minimamente pelo odontopediatra, ortodontista e implantodontista. Mas a seguinte decisão não deve fazer parte do planejamento terapêutico de dente decíduo persistente após o seu tempo de esfoliação e com anodontia parcial do dente sucessor: deixar o dente decíduo no lugar do permanente, para ver como ele ficará, com o tempo. Conclusão: Os seis fundamentos biológicos e clínicos para não se adotar essa decisão são explorados nesse artigo, para que o clínico possa explaná-los aos pais e pacientes, de forma convincente.

Palavras-chave

Dente decíduo. Rizólise. Anquilose alveolodentária. Reabsorção por substituição.

Como citar

Consolaro A. The destiny of deciduous teeth without successors due to partial anodontia. J Clin Dent Res. 2021 Sept-Dec;18(3):46-55.

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