APOIO INSTITUCIONAL

Materiais forradores: coisa do passado ou ainda da atualidade?

Edição V18N3  |  Ano 2021  |  Categoria: Highlights  |  Página 32 até 45

Autores

Lucas Silveira MACHADO e Rodolfo Bruniera ANCHIETA

Resumo

Nesta edição da seção highLIGHTS, abordaremos um tema de bastante importância e que, por vezes, pode gerar muita dúvida ou confusão. Dessa vez, iremos discorrer a respeito dos materiais de forramento para cavidades muito profundas. Tradicionalmente, esse tema é muito correlacionado ao uso do cimento de hidróxido de cálcio, inserido nas paredes do fundo das cavidades profundas com proximidade ao tecido pulpar. Porém, com o advento de novos materiais, muitos artigos têm abordado esse assunto, avaliando outras possibilidades, para que se mantenha a vitalidade pulpar sem nenhum prejuízo para as restaurações. Hoje, sabe-se que o condicionamento ácido com ácido fosfórico em regiões mais profundas deve ser evitado, pois pode ocorrer o contato do material resinoso com o tecido pulpar. Sendo assim, torna-se oportuno revisarmos a literatura para saber o que se tem estudado a respeito dos materiais forradores utilizados em cavidades profundas, sem a exposição do tecido pulpar. O primeiro artigo, publicado na Dental Materials no ano de 2003, discute a resposta do complexo dentinopulpar após a aplicação de um cimento de ionômero de vidro modificado com resina ou de um sistema adesivo.

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