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EDIÇÃO: V17N2

Dentística durante e após a pandemia
Volume 17 | Número 2 | Mai / Ago 2020

Edição completa disponível nas plataformas:

Todos os artigos

Dentística durante e após a pandemia

“O mundo não será o mesmo após a pandemia” tem sido a frase mais circulada nas redes sociais e conversas entre amigos e familiares. Utilizando como referência as diversas experiências já ocorridas na história, alguns filósofos não acreditam em mudança comportamental significativa que perdure após a crise. De qualquer forma, é indiscutível que, de repente, fomos obrigados a parar tudo e mudar conceitos que carregamos ao longo de toda nossa vida. Um grande impacto foi causado na sociedade, na economia, na política e, obviamente, na Odontologia. A pandemia mostrou toda nossa fragilidade. Foram meses de desconhecimento, medos, inseguranças, dúvidas e contradições, até chegarmos em um momento de ressignificação e valorização dos amigos, familiares, colegas de trabalho, do próprio trabalho, dos pacientes, dos abraços e beijos.

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Cúspides supranumerárias: conceitos, diagnósticos e condutas

As cúspides supranumerárias são pouco exploradas clinicamente e muito pouco registradas. A falta de conhecimento faz com que as correções e adequações de sua presença não sejam devidamente valorizadas pelo profissional e, em especial, pelo paciente. A presença de cúspides supranumerárias deve ser informada ao paciente com o devido valor e, em especial, os cuidados que se farão necessários para contornar o problema, bem como para corrigir o defeito — quer seja estético, quer seja funcional. Os defeitos do desenvolvimento dentário caracterizados como cúspides supranumerá- rias são: 1) Tubérculo de Carabelli, 2) Tubérculo de Bolk, 3) Tubérculo de Traviani, 4) Tubérculo de Zuckerkandl, 5) Dente evaginado, 6) Cúspide em garra, 7) Cíngulo proeminente; e 8) Molarização dos pré-molares.

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Reabilitação de incisivo central superior, escurecido por trauma, com dois tipos de facetas cerâmicas: relato de caso

Dentes anteriores escurecidos comprometem a estética do sorriso; por isso, reabilitá- los, estética e funcionalmente, tornou-se um dos maiores desafios clínicos para o cirurgião-dentista. O desenvolvimento da Odontologia Adesiva, associado à capacidade de condicionamento das cerâmicas odontológicas, garantindo a alta qualidade na união desses materiais aos tecidos dentais, fez com que o tratamento com laminados cerâmicos apresente altas taxas de satisfação, não só pela característica óptica natural alcançada inicialmente, mas, principalmente, por o efeito obtido manter-se ao longo dos anos. O presente trabalho tem como objetivo comparar o resultado estético de dois tipos de facetas, com cerâmicas vítreas diferentes, por meio do relato de um caso clínico de reabilitação do dente 21 escurecido por traumatismo.

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Zeal Odontologia

O objetivo para o projeto da Zeal era comunicar no ambiente os nossos valores. A palavra zeal , em inglês (zelo, em português), significa: “Grande cuidado e preocupação que se dedica a alguém ou algo.” Fonte: Dicionário online de português. O ambiente deveria traduzir acolhimento, empatia, segurança e cuidado. Priorizou-se uma sala de estar com tons de madeira para trazer a sensação de acolhimento. O espaço era associado à copa, com móveis aconchegantes, traduzindo a sensação de estar em uma casa. O objetivo era fugir do padrão de entrada das clínicas, com sofás ou cadeiras de espera em frente a um balcão de recepcionista. Para isso, optou-se pelo lounge de entrada livre de balcão e o escritório administrativo utilizado para as marcações de consulta e assuntos burocráticos com pacientes (Fig. 1).

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Avaliação das ponteiras de fotopolimerizadores utilizadas na clínica de uma faculdade de Odontologia

Introdução: As resinas compostas são materiais operador-dependentes e, consequentemente, LED-dependentes. Existem muitos tipos de LEDs disponíveis no mercado e, dessa forma, o conhecimento da irradiância emitida e dos componentes do equipamento é fundamental para manter a qualidade das restaurações adesivas. A ponteira condutora de luz, dependendo do fotopolimerizador, pode ser transparente ou escura e pode alterar a irradiância do aparelho quando em contato com impurezas, quando estiver trincada e/ou fraturada. Objetivo: Avaliar as ponteiras de fotopolimerizadores utilizadas na clínica de uma faculdade de Odontologia, bem como mensurar a irradiância emitida antes e após serem substituídas. Métodos: 20 aparelhos fotopolimerizadores foram analisados por um avaliador calibrado, que verificou a presença de fraturas (sim ou não), detritos (sim ou não) de remanescentes de materiais resinosos e capacidade de reflexão (trincas). Foi realizada a mensuração da irradiância de cada aparelho antes e após a troca das ponteiras. Resultados: Após a análise dos dados, foi aplicado o teste t pareado comparando a irradiância após a troca da ponteira com a irradiância inicial. As análises foram realizadas com nível de significância de 5%. Houve aumento significativo da irradiância (p < 0,05) após a substituição de todas as ponteiras dos aparelhos. Ainda, pôde-se observar que 30% das ponteiras apresentavam detritos; 30%, trincas; 30%, fraturas; e 10% apresentavam detritos e trincas. Conclusão: A presença de detritos, trincas e fraturas fez com que a irradiância emitida pelos aparelhos diminuísse drasticamente, e a substituição das ponteiras fez com que os aparelhos pudessem ser novamente utilizados com segurança.

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Ciência da fada dos dentes ou ciência para saúde bucal?

Nesta época de distanciamento social físico e mudanças em nossas rotinas, como o adiamento do 56o Encontro do Grupo Brasileiro de Materiais Dentários, vemo-nos obrigados a refletir sobre alguns pontos importantes de nossa atividade de pesquisa. Aqui, mais especificamente da pesquisa em Materiais Dentários, é importante refletir sobre para onde devemos envidar esforços para o progresso da ciência na área. As revistas de mais alto impacto em Odontologia restauradora publicam artigos na fronteira do conhecimento com o que há de mais atual em tecnologia para aferição e desenvolvimento dos materiais, mostrando-nos que o estado da arte em pesquisa encontra-se muito longe de se tornar o padrão de cuidado vigente.

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Facetas cerâmicas para tratamento multidisciplinar de agenesia bilateral de incisivos laterais superiores: caso clínico com acompanhamento de três anos

A agenesia dentária, especialmente de incisivos laterais superiores, é o tipo de anomalia dentária mais comum. Na maioria das vezes, provoca a desarmonia do sorriso e gera insatisfação no paciente. Além disso, requer um planejamento multidisciplinar para definir a melhor opção de tratamento, visando um bom resultado estético e funcional. O objetivo deste trabalho é relatar a abordagem multidisciplinar em um caso de reanatomização de caninos com laminados cerâmicos em paciente com agenesia bilateral de incisivos superiores. Paciente do sexo masculino, 31 anos de idade, procurou atendimento relatando insatisfação estética dos dentes anteriores. Ao exame clínico, observou-se diastemas e agenesia dos dentes 12 e 22. O paciente informou que passou por tratamento ortodôntico há 10 anos para fechamento dos espaços e reanatomização dos caninos em laterais; porém, não houve uma finalização adequada e desejável. O planejamento iniciou-se pelo enceramento diagnóstico, seguido de mock-up. O plano de tratamento proposto foi realizar gengivoplastia e osteotomia seguida de clareamento caseiro e o restabelecimento estético f inal por meio de laminados cerâmicos à base de dissilicato de lítio em oito elementos dentários. Conclui-se que a reanatomização de caninos em incisivos laterais superiores ausentes por agenesia, com laminados cerâmicos, é uma boa alternativa para o tratamento estético reabilitador. A abordagem evita desgastes de estrutura dentária em comparação às técnicas convencionais de confecção de coroas totais e é mais previsível e durável esteticamente do que restaurações diretas de resina composta.

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Os componentes na prótese sobre implantes – Parte I: coroas unitárias

Em meio a uma situação jamais vivida por nós — a pandemia do COVID-19 —, aconteceu algo também jamais visto na Odontologia: uma outra pandemia, de lives no Instagram. Algo realmente diferente e, ao mesmo tempo, fantástico, pois se tratou de uma avalanche de informações bastante pertinentes, embasadas, gratuitas e que puderam, certamente, ajudar muitos colegas dentistas a compreender melhor inúmeras situações relacionadas à nossa profissão. Eu participei de algumas como protagonista, com diferentes temas e discussões. Em uma das lives que participei, discutindo o tema “A prótese sobre implante no dia a dia do clínico”, surgiu a ideia de escrever essa coluna.

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Estabilidade de cor em compósitos resinosos de uso ortodôntico

Introdução: Esta pesquisa objetivou avaliar, por meio de um estudo ‘in vitro’, a interferência de três bebidas (café, Coca-Cola® e vinho tinto) sobre a coloração de compósitos resinosos: Transbond XT® , Orthocem® , Fill Magic® e Z100® . Métodos: A amostra foi constituída por 160 corpos de prova (n=10), sendo 40 para cada compósito , divididos em 10 corpos de prova de cada compósito para cada substância corante e um controle (água destilada). Durante o período experimental de 28 dias, os corpos de prova foram submersos em água destilada e mantidos em estufa a 37°C. Os grupos experimentais foram imersos em café, vinho tinto ou Coca-Cola, 5 dias por semana, por 3 minutos diários. As variações de cor foram quantificadas considerando-se a variação expressa em ΔE (ΔL*, Δa* e Δb*). Os dados foram analisados por meio dos testes não paramétricos de Kruskal-Wallis e Dunn, considerando-se um nível de significância de 5%. Resultados: Verificou-se que não houve diferença significativa entre as marcas (p>0,05) para a variação na cor (ΔE), quando imersas na mesma solução. Para a marca Transbond, maior variação na cor (ΔE) foi observada nos espécimes imersos em vinho (p<0,05), seguido de café e Coca-Cola. Para Fill Magic, Orthocem e Z100, os espécimes imersos em café ou vinho apresentaram maiores variações de cor. Conclusão: Todos os espécimes apresentaram maior variação na cor quando imersos em vinho e café, quando comparados à Coca-Cola e água destilada. Os espécimes da marca Transbond e Z100 apresentaram menor variação na cor do que Fill Magic e Orthocem, quando imersos em Coca-Cola e em água destilada.

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Reabilitação bucal protética com utilização de zircônia na subestrutura de coroas metal-free: relato de caso clínico

As próteses parciais fixas representam uma alternativa para reabilitação bucal, aliando estética e função. A necessidade de melhores propriedades mecânicas dos materiais cerâmicos levou à introdução da zircônia na Odontologia. O objetivo do presente trabalho foi apresentar um caso clínico de reabilitação bucal com próteses fixas unitárias e múltiplas, anteriores e posteriores, demonstrando a aplicabilidade da zircônia como um material estético, funcional e resistente para infraestrutura e coroas metal-free.

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