Edit Content
Click on the Edit Content button to edit/add the content.

EDIÇÃO: V12N1

Inluência dos agentes clareadores utilizados no clareamento caseiro, em relação ao tempo e à temperatura de armazenagem
Volume 12 | Número 1 | Jan / Mar 2015

Edição completa disponível nas plataformas:

Todos os artigos

Inluência dos agentes clareadores utilizados no clareamento caseiro, em relação ao tempo e à temperatura de armazenagem

Objetivo: o presente trabalho teve como objetivo avaliar a decomposição do peróxido presente nos agentes clareadores utilizados na técnica de clareamento caseiro, em relação ao tempo e à temperatura de armazenagem. Métodos: foram selecionados seis agentes clareadores (n = 3): G1) Power Bleaching (peróxido de carbamida [PC] a 10%); G2) Clariant (PC a 10%); G3) Power Bleaching (PC a 16%); G4) Polanight (PC a 16%); G5) Poladay (peróxido de hidrogênio [PH] a 7,5%); e G6) Clariant (PC a 22%). Os kits clareadores, de cada fabricante, analisados na presente pesquisa tinham, no máximo, quatro meses de fabricação; após aberta a caixa de cada material, as seringas contendo o gel clareador foram armazenadas em estufa (E) a 37ºC; em prateleira (P) a 25ºC e em geladeira (G) a 5ºC, sendo analisadas nos tempos inicial (T1 ), 1 mês (T2 ), 6 meses (T3 ) e 12 meses (T4 ). Para realizar a avaliação da dosagem de peróxido, utilizou-se o método de titulação com permanganato de potássio. Resultados: com o teste estatístico ANOVA, foi observada diferença entre os tempos de avaliação e tipo de armazenamento (p < 0,001), com maior degradação do peróxido em T4 e no armazenamento 'E'. Conclusão: concluiu-se que, quanto mais tempo armazenado em alta temperatura, maior é a perda da concentração do peróxido; portanto, os agentes clareadores deverão ser estocados em temperaturas entre 5 e 25ºC.

Leia mais...

Tratamento restaurador estético da hipoplasia de esmalte: relato de caso

Introdução: a busca por um sorriso esteticamente agradável faz com que muitos pacientes busquem alternativas de tratamento para melhorar ou modificar seus dentes anteriores, principalmente nos casos de alterações cromáticas intrínsecas, provenientes de defeitos na estrutura do esmalte e dentina. O presente artigo descreve um caso de hipoplasia de esmalte associada a alteração cromática, com manchas brancas e amarelas-marrons nos dentes anterossuperiores, que comprometiam severamente o sorriso da paciente. Métodos: o tratamento realizado baseou-se na associação do clareamento dentário pela técnica combinada e microabrasão do esmalte, seguida da intervenção restauradora com compósito resinoso. Resultados: o resultado alcançado foi extremamente satisfatório, pois foi possível reproduzir com extrema naturalidade os efeitos de translucidez, opalescência e fluorescência, por meio da técnica de estratificação de inserção do compósito, reproduzindo o policromatismo dentário.

Leia mais...

Amálgama, material a ser banido?

Introdução: o amálgama de prata é um dos materiais restauradores mais utilizados na Odontologia, em virtude de suas propriedades que lhe garantem durabilidade, além de seu fácil manuseio e baixo custo — apesar da polêmica ao redor da toxicidade do mercúrio, um de seus principais componentes. O mercúrio é um metal líquido, pesado e extremamente tóxico, e diversos efeitos sistêmicos e neurológicos são atribuídos à exposição aos seus resíduos e vapores, como também eventuais malefícios que podem sofrer os portadores de restauração de amálgama. São observados riscos à saúde, ambientais e ocupacionais. Objetivo: nesse sentido, realizou-se uma revisão de literatura acerca da polêmica da utilização das restaurações de amálgama de prata, os efeitos na saúde dos pacientes portadores de restauração de amálgama e da equipe de saúde bucal, bem como sobre a substituição do respectivo material restaurador e dos perigos ambientais. Conclusão: com tudo que foi visto, pode-se afirmar que o amálgama dentário não deve ser mais utilizado pelo dentista em casos de primeiras restaurações, pois, com o avanço da indústria odontológica, o cirurgião-dentista pode realizar restaurações com durabilidade e segurança à sua saúde, de sua equipe e do paciente. Porém, vários cuidados devem ser tomados quando há indicação de troca das restaurações defeituosas de amálgama, para não aumentar a contaminação em consultório e agravar a saúde do paciente ou, até mesmo, a do dentista.

Leia mais...

Efeito de terapias remineralizadoras e do polimento na rugosidade supericial de esmalte humano após clareamento

Objetivo: avaliar a rugosidade superficial do esmalte humano após terapia clareadora e polimento. Métodos: 32 espécimes de esmalte, provenientes da porção vestibular de terceiros molares humanos, foram analisados em um rugosímetro (parâmetro Ra), avaliando-se os valores de rugosidade inicial (RI). Todos os espécimes foram submetidos ao clareamento (peróxido de hidrogênio a 35%). Após isso, os espé- cimes foram divididos em quatro grupos: G1, clareamento sem polimento; G2, disco de feltro e pastas de polimento; G3, aplicação tópica de flúor neutro a 2%; e G4, pasta dessensibilizante e remineralizante à base de nano-hidroxiapatita. A rugosidade final (RF) dos espécimes foi novamente avaliada sete dias após o clareamento/polimento e procedimento remineralizante. Os espécimes foram armazenados em saliva artificial durante todo o experimento. Os dados foram analisados por ANOVA e pós-teste de Tukey ( = 0,05). Resultados: a média e o desvio-padrão dos valores iniciais de rugosidade foram: G1 = 0,026 (0,010); G2 = 0,020 (0,010); G3 = 0,016 (0,008); G4 = 0,013 (0,003). Os valores de RF foram: G1 = 0,053 (0,029); G2 = 0,027 (0,012); G3 = 0,022 (0,010); G4 = 0,024 (0,013); e, após sete dias: G1 = 0,026 (0,010); G2 = 0,029 (0,012 ); G3 = 0,024 (0,011); G4 = 0,016 (0,005). Conclusão: o clareamento causou alterações na rugosidade superficial do esmalte; procedimentos de remineralização e de polimento podem minimizar esse efeito. Entretanto, após sete dias, todos os valores de rugosidade superficial foram recuperados.

Leia mais...

Resistência de união de pinos de ibra de vidro à dentina empregando diferentes tipos de cimentos em diferentes profundidades radiculares

Objetivo: o objetivo do presente trabalho foi avaliar a resistência de união de pinos de fibra de vidro à dentina, utilizando ionômero de vidro, cimentos resinosos convencionais e autoadesivos em diferentes profundidades radiculares. Métodos: foram utilizadas 30 raízes de dentes incisivos bovinos, sendo os condutos instrumentados por meio mecânico-manual e a obturados com cimento de hidróxido de cálcio. Decorridos sete dias, foram parcialmente desobturados até 13mm de profundidade. As raízes foram separadas em seis grupos (n = 5), de acordo com os agentes de cimentação: cimentos resinosos autoadesivos duais (U100, 3M ESPE; Bifix, VOCO; e BisCem, Bisco), cimentos resinosos convencionais duais (AllCem, FGM; e Cement Post, Angelus) e cimento de ionômero de vidro (Meron, VOCO). Foram utilizados pinos de fibra de vidro cônicos (White Post, FGM). Os espécimes foram cortados radialmente, em fatias de aproximadamente 1mm de espessura, e submetidos a teste de resistência de união (push-out). Os resultados foram submetidos a testes ANOVA a dois critérios e de Tukey (α = 5%). Resultados: foram encontradas diferenças significativas entre os cimentos utilizados; AllCem e U100 apresentaram maiores valores de resistência de união, enquanto Cement Post e BisCem apresentaram os menores valores. Foram observadas diferenças entre as profundidades radiculares, sendo que o terço apical foi o que apresentou menor resistência de união. Conclusão: os agentes de cimentação apresentaram diferentes valores de união à dentina intrarradicular. AllCem e o U100 apresentaram maior resistência de união à dentina. Houve menor resistência adesiva no terço apical do conduto intrarradicular.

Leia mais...

Seleção de cor em quatro passos

A escolha de cor em Odontologia se tornou um dos passos mais importantes para a harmonização estética. Entretanto, a reprodutibilidade das escolhas, principalmente por profissionais menos experientes, é relativamente baixa. Nota-se que a falta de conhecimento da teoria da cor e, especialmente, de um método racional para a seleção cromática, são os fatores mais preponderantes. Seria possível a adoção de um mé- todo simples e prático para a atividade clínica? Por meio da consideração dos aspectos inerentes à fisiologia da visão e à teoria das cores (Física Óptica), uma técnica denominada “seleção de cor em quatro passos” foi desenvolvida, cujos fatores de análise foram: 1) cor base da dentina; 2) cor base do esmalte; 3) análise do valor; e 4) análise individual do dente (caracterizações) e do material restaurador (metamerismo). Esse método, simples e acessível a todo clínico, possibilita a utilização de um protocolo com resultados previsíveis para essa etapa tão importante do tratamento estético.

Leia mais...

Como anda sua saúde emocional?

Imagine a seguinte cena: você está em seu consultório, ou clínica, e recebe uma paciente. “— Como vai a senhora?”. “— Agora estou melhor, doutor, mas ainda dói o joelho, a coluna, e estou com um inchaço nas pernas, acho que é a idade!”. Você dá toda a atenção possível à paciente e realiza o procedimento necessário. Logo em seguida, recebe outro paciente, um senhor elegante, bem trajado e você pergunta como ele está. Ele responde que está bem, logo se vira para você e questiona se esse tratamento irá demorar, pois possui uma série de compromissos e, como sempre, o trânsito está horrível e não pode se atrasar. Mais uma vez, você realiza o atendimento e se despede. Você recepciona outro paciente, que também despeja em você uma série de insatisfações, com o governo, com o trânsito, às vezes até da própria família, isso quando ainda não te cobra o término do tratamento?

Leia mais...

É seguro utilizar restaurações totalmente cerâmicas em dentes posteriores? Relato de um caso clínico

Introdução: em vista de algumas dúvidas, em relação à segurança, quando sistemas totalmente cerâmicos são indicados para restaurações em dentes posteriores, estudos clínicos verificaram que as fraturas acontecem com mais frequência quando são realizadas restaurações cerâmicas nos elementos posteriores, em comparação aos anteriores. Os princípios modernos da Odontologia Restauradora atestam a eficácia da utilização de restaurações adesivas; a conservação biológica e um selamento marginal mais efetivo explicam melhor esse fato. Métodos: o caso clínico apresentado mostra um paciente que apresentava coroa metalocerâmica no elemento #46. A substituição da coroa por outra em cerâmica livre de metal foi a opção restauradora. Objetivo: o trabalho tem como principal objetivo discutir, por meio de uma ampla revisão da literatura, qual é a melhor opção restauradora na recuperação dos elementos dentários posteriores e quais os princípios básicos para que fraturas não ocorram nessas regiões.

Leia mais...

Resistência adesiva de cerâmica de cobertura, submetida a diferentes tratamentos de superfície, a uma resina composta

Introdução: esse estudo avaliou a resistência adesiva de cerâmica de cobertura, submetida a diferentes tratamentos de superfície, à resina composta. Métodos: foram fabricados 30 discos (5mm de diâmetro, 2mm de espessura) de cerâmica de cobertura à base de fluorapatita (IPS e.max Ceram, Ivoclar Vivadent), que foram divididos aleatoriamente em três grupos (n = 10) para realização dos seguintes tratamentos de superfície: G1) condicionamento com ácido fluorídrico a 10% por 20 segundos; G2) jateamento com óxido de alumínio + condicionamento com ácido fluorídrico a 10% por 20 segundos; G3) jateamento com óxido de alumínio. Posteriormente, foi aplicado agente silano por 60 segundos e uma camada de adesivo Tetric N-Bond (Ivoclar Vivadent), que foi fotoativado por 20 segundos. Cilindros de resina composta micro-híbrida foram construídos sobre a superfície da cerâmica. Após 24 horas, os corpos de prova foram submetidos ao teste de cisalhamento, em uma máquina universal de ensaios (velocidade de 0,5mm/minuto). Os dados foram submetidos à análise de variância (ANOVA), com nível de significância de 5%. O padrão de fraturas (adesiva, coesiva ou mista) foi analisado com lupa estereoscópica. Resultados: não foi observada diferença significativa entre os valores de resistência de união entre G1, G2 e G3. Quanto ao modo de fratura, predominaram as coesivas na cerâmica; nenhum dos grupos avaliados apresentou falhas adesivas. Conclusão: a combinação do tratamento superficial com óxido de alumínio e ácido fluorí- drico não aumentou a resistência de união, quando em comparação ao tratamento isolado com esses agentes.

Leia mais...

Restabelecimento do sorriso utilizando facetas em dissilicato de lítio

Entre os materiais odontológicos mais indicados para a reabilitação do sorriso, destaca-se a cerâmica odontológica. Ela tem como objetivo atender às necessidades estéticas e funcionais de pacientes que buscam a harmonia do sorriso, aliando beleza e resistência. No presente artigo, será relatada a reabilitação de dois casos clínicos em que foi utilizado o sistema à base de dissilicato de lítio (e.max, Ivoclar Vivadent). O objetivo do presente trabalho é demonstrar a possibilidade de se restaurar forma e função evidenciando características estéticas — como coloração, translucidez e opacidade —, configurando confiabilidade estrutural e apontando para uma ótima opção restauradora.

Leia mais...

Veja as últimas edições:

EDIÇÃO – V19N1

Volume 19 | Número 1 | Jan / Abr 2022

EDIÇÃO – V19N2

Volume 19 | Número 2 | Mai / Ago 2022

EDIÇÃO – V19N3

Volume 19 | Número 3 | Set / Dez 2022

Publicação Oficial

Empresas Apoiadoras

Publicação Oficial

Empresas Apoiadoras