Edit
Click here to add content.

Reabsorções radiculares inflamatórias extremas: e agora?

Edição V12N4  |  Ano 2015  |  Categoria: Biologia da Estética  |  Página 16 até 55

Autores

Alberto Consolaro, Laurindo Z, Furquim, Carlos Eduardo Francischone, Armelindo Roldi, Leda A, Francischone, Mauricio De Almeida Cardoso, Leopoldino Capelloza Filho

Resumo

As reabsorções dentárias podem chegar a estágios avançados e o principal questionamento clínico na hora do diagnóstico refere-se ao prognóstico ou, mais detalhadamente ainda, à seguinte pergunta: a estrutura radicular remanescente pode ser reconstruída ou uma fratura dentária pode ocorrer frente a esforços levemente aumentados? Nas reabsorções dentárias por substituição que sucedem a anquilose alveolodentária, o prognóstico, desde o início, é a perda dentária; mas nas reabsorções dentárias inflamatórias, uma vez identificada a causa, pode-se restituir a estrutura e funções ao dente comprometido, com bom prognóstico. Mas qual é o limite para se preservar a estrutura, de forma segura —biológica e funcionalmente —, quando a reabsorção dentária inflamatória atinge um estágio extremo de evolução? Para discorrer sobre esse questionamento, o presente trabalho foi proposto, enfocando especialmente os casos avançados de reabsorções radiculares apicais associadas ao tratamento ortodôntico, reabsorção cervical externa e reabsorção interna.

Palavras-chave

Como citar

Consolaro A, Furquim LZ, Francischone CE, Roldi A, Francischone LA, Cardoso MA, Capelloza Filho L. Reabsorções radiculares inflamatórias extremas: e agora? Rev Dental Press Estét. 2015 out-dez;12(4):16-55.

Compartilhar:

Artigos relacionados: