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Efeito de terapias remineralizadoras e do polimento na rugosidade supericial de esmalte humano após clareamento

Edição V12N1  |  Ano 2015  |  Categoria: Artigo Inédito  |  Página 89 até 95

Autores

Renata Carvalho Ficinski, Bruna Fortes Bittencourt, Stella G, Reinke, Osnara Maria Mongruel Gomes, Patricia Almeida Farhat

Resumo

Objetivo: avaliar a rugosidade superficial do esmalte humano após terapia clareadora e polimento. Métodos: 32 espécimes de esmalte, provenientes da porção vestibular de terceiros molares humanos, foram analisados em um rugosímetro (parâmetro Ra), avaliando-se os valores de rugosidade inicial (RI). Todos os espécimes foram submetidos ao clareamento (peróxido de hidrogênio a 35%). Após isso, os espé- cimes foram divididos em quatro grupos: G1, clareamento sem polimento; G2, disco de feltro e pastas de polimento; G3, aplicação tópica de flúor neutro a 2%; e G4, pasta dessensibilizante e remineralizante à base de nano-hidroxiapatita. A rugosidade final (RF) dos espécimes foi novamente avaliada sete dias após o clareamento/polimento e procedimento remineralizante. Os espécimes foram armazenados em saliva artificial durante todo o experimento. Os dados foram analisados por ANOVA e pós-teste de Tukey ( = 0,05). Resultados: a média e o desvio-padrão dos valores iniciais de rugosidade foram: G1 = 0,026 (0,010); G2 = 0,020 (0,010); G3 = 0,016 (0,008); G4 = 0,013 (0,003). Os valores de RF foram: G1 = 0,053 (0,029); G2 = 0,027 (0,012); G3 = 0,022 (0,010); G4 = 0,024 (0,013); e, após sete dias: G1 = 0,026 (0,010); G2 = 0,029 (0,012 ); G3 = 0,024 (0,011); G4 = 0,016 (0,005). Conclusão: o clareamento causou alterações na rugosidade superficial do esmalte; procedimentos de remineralização e de polimento podem minimizar esse efeito. Entretanto, após sete dias, todos os valores de rugosidade superficial foram recuperados.

Palavras-chave

Como citar

Ficinski RC, Bittencourt BF, Reinke SG, Gomes OMM, Farhat PA. Efeito de terapias remineralizadoras e do polimento na rugosidade supericial de esmalte humano após clareamento. Rev Dental Press Estét. 2015 jan-mar;12(1):89-95.

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