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O clareador dentário, mesmo incorporado em dentifrícios e antissépticos, é co-carcinogênico na mucosa bucal: implicações clínicas, sociais e mercadológicas ou Como evitar os efeitos indesejáveis do clareador dentário

Edição V08N1  |  Ano 2011  |  Categoria: Biologia da Estética  |  Página 127 até 134

Autores

Alberto Consolaro, Leda A, Francischone, Renata B, Consolaro

Resumo

A preocupação dos humanos em clarear os seus dentes provavelmente se iniciou, no Egito Antigo, com bochechos antissépticos contendo ureia de urina humana. Apesar de numerosos produtos cosméticos encontrados nas tumbas egípcias, nunca se identificou nenhum produto de limpeza dentária12,41. Em papiros do século IV a.C. nos arquivos da Biblioteca Nacional de Viena/Áustria, foi identificada uma fórmula egípcia de dentifrício que incluía sal, menta e flor-de-íris seca…

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