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EDIÇÃO: V03N4

Aplicação da proporção áurea em Odontologia
Volume 03 | Número 4 | Out / Dez 2006

Edição completa disponível nas plataformas:

Todos os artigos

Aplicação da proporção áurea em Odontologia

A busca pela beleza na sociedade atual tem feito da Odontologia Estética uma área de atuação em constante aprimoramento, à procura de materiais e técnicas capazes de otimizarem a aparência do sorriso. A proporção áurea constitui uma fórmula matemática descrita na natureza, nas artes e nas formas do corpo humano que expressa a proporcionalidade entre as partes. Sua aplicação em reconstruções estéticas do sorriso envolve a utilização de princípios que determinam a largura de cada dente anterior de maneira a se obter um conjunto proporcional e harmonioso. A proporção áurea pode ter grande utilidade como ponto de partida em extensas reconstruções sem, contudo, deixar de considerar características individuais inerentes ao caso.

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Lesões dos tecidos dentários mineralizados induzidas diretamente por agentes físicos e químicos ou “Desgastes” dentários? ou “Lesões dentárias cervicais não cariosas”?

O termo lesão tem um significado muito amplo e representa qualquer alteração anatômica, independente de sua natureza, duração e causa. Os dentes podem apresentar vários tipos de lesões e a mais conhecida é a cárie dentária, uma doença infecciosa que a partir de ácidos e enzimas bacterianas decompõe os tecidos, desmineralizando-os e destruindo sua matriz orgânica, respectivamente.

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Procera Allceram: uma alternativa estética atual

O desejo dos profissionais em buscar melhores soluções protéticas, bem como os anseios dos pacientes por reabilitações com excelência estética, têm motivado inúmeros esforços nos últimos anos para o aperfeiçoamento tecnológico e biomecânico dos materiais restauradores. Dessa forma, o uso da alumina na Odontologia tem colaborado para a resolução dos problemas estéticos, uma vez que a criação de uma infra-estrutura não-metálica, obtida a partir da sinterização do óxido de alumínio, permite a confecção de próteses mais próximas aos dentes naturais sem detrimento do fator resistência mecânica. Este artigo relata dois casos clínicos onde houve o restabelecimento dos elementos dentários utilizando-se coroas livres de metal (Procera Allceram) em áreas de excelência estética.

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Técnica conservadora passo-a-passo de remoção de mancha hipoplásica por meio de corantes e de resina composta

Com o aparecimento das novas resinas compostas restauradoras, que tem uma variada gama de cores disponíveis nesses sistemas, tem sido possível realizar restaurações cada vez mais estéticas e previsíveis. Um auxiliar importante em determinados casos, quando se necessita neutralização e homogeneização da superfície a ser restaurada, são os corantes resinosos. O presente artigo teve como objetivo apresentar passo-a-passo um caso clínico de uma técnica conservadora de remoção de mancha branca, por meio de corantes e de resina composta sem qualquer tipo de desgaste dentário.

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O efeito da angulação do feixe de luz sobre a infiltração marginal

O objetivo deste estudo foi avaliar a influência de dois diferentes ângulos de fotopolimerização sobre a microinfiltração marginal. Foram preparadas 42 cavidades circulares em molares humanos extraídos, 22 com as margens totalmente em esmalte e 20 com as margens em cemento/dentina. As cavidades foram restauradas com o sistema adesivo ScothBond MP e resina Z100 B1, inserida em dois incrementos oblíquos. A polimerização do G1 foi realizada com o feixe de luz incidindo em 450 com a superfície da cavidade e no G2 com uma incidência de 900. Após 24 horas de armazenamento em água destilada a 370C, as restaurações foram polidas com os discos Sof-lex e os espécimes termociclados entre 5 e 550C. Os dentes foram imersos em azul de metileno a 2% por 24 horas, lavados e incluídos em cilindros de resina para posterior seccionamento. As secções foram avaliadas pelo método qualitativo (scores) e os resultados submetidos ao teste estatístico Mann-Whitney. A análise dos resultados não indicou diferença estatisticamente significante (p>0,01) entre os grupos G1 e G2, para os dois tecidos. Clinicamente, a posição da fonte de luz não interferiu na infiltração marginal.

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Substituição de restaurações estéticas. Enxergamos os limites?

Substituir restaurações estéticas, quer por comprometimento das mesmas, através de lesões cariosas, quer pela pigmentação superficial ou intrínseca da resina, que prejudica a qualidade estética da restauração, é um procedimento bastante executado nos consultórios odontológicos. Reconhecer os limites entre o dente e a restauração é um fator importante para que não haja desgaste desnecessário de estrutura dentária sadia. Indicadores coloridos, inseridos sob as restaurações, poderiam facilitar esse processo. Além disso, a magnificação obtida com o uso do microscópio operatório, sem dúvida, é um recurso imprescindível para que esses limites sejam facilmente determinados e para que o empirismo seja substituído pela clara e nítida visão daquilo que fazemos.

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A excelência do reposicionamento dentário com laminados cerâmicos

As agenesias dentárias são decorrentes de fatores intrínsecos e extrínsecos das fases iniciais da embriogênese dentária, porém muitas das seqüelas de outras origens provêm desde iatrogênias até traumatismos das fases de pré-erupção até pós-erupção. Para corrigirmos estas seqüelas, muitas vezes, não dispomos de estruturas ósseas plausíveis ou de tempo hábil suficiente para o reposicionamento dentário.

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Avaliação da microdureza de uma resina composta para dentes clareados, fotoativada com quatro aparelhos diferentes

O uso de resinas compostas extra-claras tem aumentado significativamente na Odontologia restauradora em função dos tratamentos de clareação dentária. Igualmente à evolução dos materiais restauradores, os aparelhos fotoativadores encontram-se em crescente desenvolvimento. O objetivo deste trabalho foi avaliar a microdureza superficial de uma resina composta extra-clara Charisma, cor SL (Heraeus Kulzer/Alemanha), quando fotoativada por quatro aparelhos, diferentes sendo um à base de lâmpada halógena G1 (grupo controle) – Optilux Demetron 401 (SDS Kerr/ EUA) e três aparelhos LEDs: G2 – L.E. Demetron I (SDS Kerr/EUA); G3 – EliparTM FreeLightTM (3M ESPE/EUA) e G4 – Coltolux LED (ColteneWhaledent/Alemanha). Foram confeccionados cinco corpos-de-prova (CP) para cada grupo avaliado. A resina composta foi fotoativada em um único incremento por 40 segundos. Em seguida, os CP foram armazenados na ausência de luz durante 24 horas. Posteriormente, foram submetidos ao teste de Microdureza Vickers (HV), através do microdurômetro digital HMV-2 (Shimadzu) nas superfícies de topo e de base. Os resultados mostraram, na superfície de topo, os seguintes valores em HV: G1= 42,28±1,09; G2= 41,66±0,93; G3= 40,54±0,87 e G4=37,19±0,85. Na superfície de base os valores em HV foram: G1= 33,80±4,58; G2= 36,81±0,70; G3= 32,79±0,98 e G4= 31,40±0,93. Através da análise estatística Análise de Variância (ANOVA) a 2 critérios e teste LSD para comparações múltiplas a 5%, foi constatado haver diferenças entre as posições topo (40,42±2,19) e base (33,70±3,01) e entre os aparelhos utilizados, com p menor que 0,0001. Concluiu-se que não houve diferença significante nos valores de microdureza Vickers apenas entre o G1 e G2. Em todos os grupos, os valores foram maiores nas superfícies de topo.

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Interação entre Ortodontia e Dentística em um caso clínico com discrepância de Bolton

A discrepância de tamanho dentário, que ocorre em um número considerável de pacientes que procuram por tratamento ortodôntico, pode influenciar negativamente os objetivos do tratamento e os seus resultados finais. Em um caso com má oclusão do tipo Classe I de Angle, aparentemente simples, foi necessário um planejamento multidisciplinar, devido à discrepância de tamanho dentário. Após a análise de Bolton, que confirmou a discrepância de tamanho dentário por reduzida largura mésio-distal, proporção total igual a 100 (média de 91,3) e proporção anterior igual a 82 (média de 77,2), iniciou-se o tratamento ortodôntico fixo. Após a fase inicial de alinhamento e nivelamento, realizou-se a compensação de tamanho, por meio de restaurações nos 4 incisivos superiores, com resina composta. Este planejamento conjunto permitiu uma finalização ideal do caso, após 12 meses de tratamento, com resultado bastante satisfatório.

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Utilização do sistema adesivo autocondicionante em restauração direta de resina composta – protocolo clínico

As resinas compostas vêm sofrendo constante evolução em função do apelo estético imposto pela sociedade moderna, resultando em uma melhora nas suas propriedades mecânicas, o que possibilitou seu uso para dentes posteriores. Entretanto, problemas clínicos associados à sua utilização ainda são comumente observados, em função da formação de fendas marginais, comprometendo a longevidade da restauração. A perda da integridade marginal está diretamente relacionada à resistência de união entre a estrutura dentária esmalte/dentina e o sistema adesivo. Neste trabalho temos por objetivo relatar, através de um caso clínico, o protocolo de utilização de sistemas adesivos autocondicionantes de dois passos, de forma a otimizar a adesão em restaurações diretas em dentes posteriores.

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